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Regularização de Imóveis: Entenda a Importância Jurídica e Patrimonial

Atualizado: 7 de mai. de 2025






Muitos imóveis no Brasil ainda enfrentam situações de irregularidade, seja por ausência de matrícula, construção não averbada, desmembramentos não registrados, ou mesmo pendências de inventário. Essas situações, muitas vezes vistas como “normais” por quem já ocupa o imóvel há anos, podem gerar impactos relevantes no campo jurídico e patrimonial.

Neste artigo, abordo de forma objetiva o que é a regularização imobiliária e por que ela deve ser considerada uma etapa essencial na gestão de bens imóveis — especialmente por corretores, empresas do setor e proprietários que desejam segurança jurídica em suas operações.


O que significa regularizar um imóvel?


Regularizar um imóvel é alinhar sua situação jurídica e documental às exigências legais vigentes. Isso pode envolver:


  • Abertura ou atualização da matrícula no Cartório de Registro de Imóveis

  • Averbação de construções ou reformas perante os órgãos competentes

  • Instituição de condomínio em caso de imóveis com unidades autônomas

  • Desmembramento ou unificação de terrenos

  • Retificação de área ou localização

  • Formalização da propriedade via escritura pública e registro


Cada caso requer uma análise específica, conforme o tipo de imóvel e o histórico da ocupação.


Por que a regularização é relevante?


Do ponto de vista jurídico, a regularização traz:


  1. Segurança nas transações de compra e venda

  2. Proteção contra litígios e perdas patrimoniais

  3. Viabilidade de financiamento e investimento

  4. Facilidade na transmissão hereditária ou societária


Além disso, para corretores e empresas do setor imobiliário, a regularidade da documentação é indispensável para a formalização segura de negócios.


Em quais situações a regularização pode ser necessária?


  • Imóveis antigos sem registro no cartório de imóveis

  • Terrenos ou construções com área divergente da matrícula

  • Edificações concluídas sem averbação ou sem habite-se

  • Imóveis adquiridos por contrato particular sem escritura pública

  • Bens herdados que ainda não foram formalmente partilhados

  • Imóveis comprados em leilão ou adjudicação judicial


Esses são apenas alguns exemplos comuns que exigem atenção técnica e jurídica especializada.


A regularização de um imóvel é mais do que uma exigência burocrática — trata-se de preservar o patrimônio, garantir segurança nas relações jurídicas e viabilizar o pleno exercício do direito de propriedade.


Este conteúdo tem caráter informativo. Para orientações jurídicas específicas sobre seu caso, consulte um(a) advogado(a) de sua confiança.

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